Thrash com H

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CONJUNTO DA OBRA

segunda-feira, 23 agosto, 2010 por Txuca

O tema é árduo, pois SEI q INEXISTE discografia perfeita. Mesmo as bandas preferidas mais preferidas da gente - sobretudo as com década(s) de carreira - já lançaram disco ruim, ou pouco inspirado, ou equivocado etc.

Mas a idéia, de q me apropriei duma lista q vi no orkut, é chegar o mais próximo da perfeição em termos de discografia. Tvz valha a tentativa… de minha parte, ficou assim:

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BANDAS/ARTISTAS DE DISCOGRAFIA (QUASE) PERFEITA

1. Jeff Beck
2. Golpe De Estado
3. Coroner
4. Carcass
5. Krisiun
6. Nile
7. Bruce Dickinson
8. Motörhead
9. Subtera
10. Kraftwerk

(aviso último: valer apenas bandas com ao menos 3 ÁLBUNS na carreira)

QU4TRO ANOS DEPOIS…

domingo, 22 agosto, 2010 por Txuca

terrorizer-124236

O q ficou?

A DO CHAPÉU

sexta-feira, 20 agosto, 2010 por Txuca

Vc tiraria o chapéu para:

kerry-king-ii2

e por quê?

FILÃO

sexta-feira, 20 agosto, 2010 por Txuca

Ñ é q eu ñ ache o Ministry uma banda legal - tanto q até cometi um S.U.P. sobre “Houses Of the Molé” em dezembro do ano passado - mas será assim digna de documentário?

Pois vi aí no Rock On Line trailer e comentários sobre o próprio, intitulado “FIX: The Ministry Movie”, dirigido por um certo Douglas Freel e repleto de depoimentos, de gente de calibre de Trent Reznor (arroz de festa em documentários), entre outros ilustres chapas e/ou influenciados pela patota do Alien Jourgensen.

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Minha divagação a respeito é, inicialmente, maldizer o Sam Dunn, criador de “Metal - A Headbanger’s Journey” (bão), “Global Metal” (q ñ vi), “Flight 666″ (bão só os “extras”) e “Rush: Beyond the Lighted Stage” (arregaço!) e q, no mais, ouvi falar estar fazendo documentário sobre o Slayer

Pois se ñ foi criador do embalo documental - afinal, “Some Kind Of Vergonha Alheia” ñ é dele, assim como tb ñ o documentário sobre o Anvil (merecedor duma indicação ao Oscar ou sonhei com isso?) e o dedicado ao deus Lemmy, q parece já ter estreado em festival europeu - por outro lado, parece-me alguém q disseminou a idéia do documentário como uma boa idéia.

Ou como uma boa idéia (com acento mesmo: foda-se a nova norma!) rentável.

Pois já sai um do Ministry: ñ demorará pra sair outros de outras bandas médias, algumas pequenas, várias jamais lendárias ou tão merecedoras de filme a ser ASSISTIDO POR OUTRAS PESSOAS…

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E meu medo é isso tornar onda aqui no metal brasuca: já temos documentário duvidoso sobre o Viper, outro q o You Tube ano passado propagou aos 4 ventos sobre o Metal Brasuca (cadê, por sinal?). Vão acabar fazendo documentários sobre bandas prog de conservatório, de metal melódi-cu de apto., dos Tribozo da vida e etc.

Q é aquela coisa de ninguém ser obrigado a assistir, mas sei lá: torço pra q alguma onda documentarista - q considero bem-vinda em casos de bandas ou momentos de relevância histórica (como aquele tcc mineiro sobre a cena belo-horizontina oitentista) - ñ atinja bandas ansiosas pelo lugar ao sol filmando horas em estúdio, workshops pra babões e babonas ou turnês internacionais de meia dúzia de show em boteco gringo pra meia dúzia.

Patrulhismos à parte.

LEMMY ME LIVRE

quarta-feira, 18 agosto, 2010 por Txuca

Alguém lembra do Okotô?

Bandinha mais ou menos, bem do fim dos 80’s mas q nos 90’s ganhou alguma projeção com disquinho pesado (“Monstro”, né?), de hit grudento e mala (”Give Me Your Money”, confere?), com uma japinha gritona de metro e meio de altura.

Pois a japinha, uma tal Cherry, me lembrava tb por, uns 8 anos atrás eu tê-la visto como baterista (ruim) numa banda punk feminina (ruim pacas) chamada Hats, abrindo show do Infect no Centro Cultural Vergueiro pra mim e mais 5 TESTEMUNHAS presentes (sério mesmo). E por eu ter subido ao palco (degrau, na verdade) pra ajudá-la com um dos pratos q o suporte tinha envergado e quase caiu enquanto tocava.

Solidariedade de baterista, com q fui agradecido com aceno de cabeça devido e digno.

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Bão, a vi sexta-feira última na saída do Shopping Plaza Sul aqui em São Paulo. Acabada, no sentido de visivelmente tiazinha. Cabelo tingido de loiro, misturado com cabelos grisalhos e pretos. E no mesmo metro e meio de altura, porém melancólico: a imagem de “roqueiro” q ñ se deu conta da aparência ridícula - consta tocar atualmente nalguma banda chamada Hellsakura (!) - ou do tempo tendo passado.

Sei lá, vai q ela nem tem qualquer pobrema com isso e me daria um “foda-se” caso lesse isto aqui.

Mas foi algo q me deixou pensando um troço:

torço MESMO pra q Patroa e amigos sinceros no meu caminho (mesmo aqui no blog) me digam se, em algum momento, eu estiver ou parecer ridículo assim ou assado. Passado ou estereotipado. E se sintam livres pra comentarem coisas tipo “corta esse cabelo, cara”, “ou o ajeite melhor”, ou “arrume alguma roupa melhor”, ou “pare com esse blog, q tá bobo”.

Ou “de boa, vc tá parecendo ridículo assim”.

HISTERIA IDIOTA

terça-feira, 17 agosto, 2010 por Txuca

Sobre um email-campanha q acabei de receber e q, mesmo sendo de parte de amiga querida (salve, Denise!), ñ me atrevo a concordar. Primeiro copio, abaixo levanto razões:

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Sylvester Stallone - “bilheteria zero” - REPASSEM!!!!!!!!!!!!!

*EU APOIO MUUUUUUUUITO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!*
*TODOS OS BRASILEIROS TEM QUEM APOIAR !!!!*

Recebi e repasso.
Foi com tom de deboche e fazendo piadinhas de mau gosto que Sylvester
Stallone falou sobre a filmagem no Brasil do filme Os mercenários, do qual é
diretor, durante a feira Comic-Con 2010, em San Diego.

*”Pudemos matar pessoas, explodir tudo, e eles (os brasileiros) ainda diziam
obrigado”, disse o ator, afirmando que os produtores tiveram aqui liberdade
para gravar sequências mais agressivas, usar armas mais perigosas e até
destruir propriedades. E ele ainda debochou da hospitalidade, dizendo que os
brasileiros agradeciam e ainda ofereciam um macaco para eles levarem para
casa. Depois falou da nossa Polícia e terminou dizendo: “Isso é pra vocês
verem como aquele lugar é problemático”.
*
Os brasileiros estão indignados com as declarações de Silvester Stallone!
Munido de arrogância, prepotência e preconceito esse atorzinho que ganha
rios de dinheiro sem usar o cérebro viu-se no direito de denegrir a imagem
do nosso país em um evento nos Estados Unidos. Após ter sido extremamente
bem recebido no Rio de Janeiro, retribuiu com uma tirada de sarro com a cara
de cada brasileiro.

Dia 13/08 será o lançamento do filme Os Mercenários cujo título tem tudo a
ver com a filosofia de vida dos americanos. A idéia é a criação de uma
corrente para provocar *”bilheteria zero”,* nesse dia, no Brasil. Afinal de
contas, o que ganharemos em assistir tal filme recheado de violência e de
atuações medíocres?

O cinema brasileiro produz filmes infinitamente melhores a partir de
roteiros inteligentes e temas que levantam discussões acerca do
comportamento humano, diferenças sociais, humor etc. Precisamos dar uma
resposta a tais declarações mostrando ao mundo que não há mais lugar para o
preconceito.
*Por favor, passe adiante.*

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Então:

Ñ REPASSO essa birosca. Por que:

1) é coisa histérica, de gente q acha q “todos os brasileiros” pensam de modo igual e têm q concordar com a indignação de um ou outro q faz corrente a tôa. Q “povo brasileiro” é o q tem acesso a cinema e, vá lá, a dvd pirata: uns 20% da população? E, mais arrogante ainda, coisa de gente q acha q o “povo” TEM Q concordar: os brasileiros “estão indignados” mesmo? Quem ñ concorda tem q ser apedrejado?

(percebo uma “moral de Stallone” em meio a uma “cruzada” contra o próprio)

2) qual a seriedade de alguém q manda, ou repassa a bagaça, dizendo q apóia “MUUUUUUUUITO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!“? Provavelmente a mesma de alguém q, na próxima micareta vai comparecer, pra “beijar muuuuuuuito”…

3) as declarações do Rambo falido foram infelizes, sim. Mas bastante verossímeis, a ver, com o cérebro de titica do sujeito, q nunca interpretou outra coisa q ñ fosse ele mesmo. (E ainda bem q a campanha indireta pelos filmes brasileiros “infinitamente melhores” ñ fala em atores brasileiros melhores, senão iria ter q defender Selton Mello e Luís Fernando Guimarães). Por outro lado, ESTÁ ERRADO nas declarações?

Somos conhecidos como povo hospitaleiro, mas tb excessivamente lambe-saco: o sujeito está em fim de carreira, vem filmar no Rio por ser certamente mais barato q pagar estúdio em Hollywood, ainda por cima com “atriz global” fazendo ponta (a mesma parte da mídia q o censura agora pelas declarações perdia-se em elogios enrustidos à vinda dele antes), e TENHO CERTEZA de q se ele tivesse matado alguém por engano durante as filmagens, ainda assim teria meia dúzia de puxa-saco em volta agradecendo ou pedindo pra fazer de novo.

4) a Polícia brasileira ñ merece crítica de gringo. Só de cineasta engajado brasileiro

5) ñ tirou com a minha cara coisa alguma nenhuma declaração do ex-Rocky. Ofende a minha inteligência o tipo de email tonto desse

6) campanha anti filme do Stallone é ainda mais ridícula quando virmos (e veremos. Aposto) do filme ser fracasso de bilheteria. E ñ por qualquer email revanchista besta. O filme tem a ver com a filosofia belicista estadunidense? Sim, mas a filosofia continua mesmo q o filme ñ tivesse sido feito; esse papinho de veiculação de valores ideológicos pelos filmes hollywoodianos já é bastante conhecido: quem vai a cinema já sabe isso

7) a pior parte do email: O cinema brasileiro produz filmes infinitamente melhores a partir de roteiros inteligentes e temas que levantam discussões acerca do comportamento humano, diferenças sociais, humor etc.

Sim, filmes brasileiros, em sua maioria, são feitos pra pensar: feitos por gente riquinha com consciência social quase zero, apenas apelando a morros, tiroteios e nordestinos pobres pra tentar ganhar o Oscar, e ñ pra denunciar injustiças, mudar o país. Quando ñ por esse pretexto, feitos por gente q apela a esses clichês por ACREDITAREM q cinema tem q ser documentário, de imagens sôfregas e áudio ruim. Ñ tem

E ñ, filmes brasileiros ñ são todos feitos pra pensar; quem assitiu os últimos anos algumas PORCARIAS em cartaz, viu toda uma onda de se copiar O PIOR do filme americano idiota. Ñ assisti “E Se Eu Fosse Vc”, nem o 1 nem o 2, pq já vi trocentos filmes iguais, americanos, q me fizeram pensar, sim… em ñ ver a cópia brasuca piorada. Por outro lado, assisti “A Mulher Invisível” passando muita vergonha alheia: o tipo de filme q Hollywood já fez 500 vezes. “Meu Nome Não É Johnny” tem traficante malvadão doido pra ir pra casa… comer “lanchinho Mirabel”. A versão de “A Grande Família, o Filme” copiou descaradamente “Corra, Lola, Corra”: terá sido feito pra q eu pensasse?

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Acho q já expus isto aqui uma vez: filmes brasileiros - de q ñ sou tão assíduo, assumo - tem 5 só q ñ me fizeram passar vergonha alheia: “Bandido Da Luz Vermelha”, “Ilha Das Flores”, “Cidade Oculta”, “Tolerância” (dirigido pelo ex-baterista do Replicantes) e “Romance”. Só.

*****

E pra fechar, uma impressão particular: email histérico, de campanha inócua, feita por gente anônima, ociosa e presunçosa q acha q internet é instrumento de mudar o mundo. Só se for pra mudar o da meia dúzia q a têm aqui no país.

boicotes-bestas1

Ou de 4 a 5 usuários, já q eu Ñ ENDOSSO esse lixo!

QUESTÃO DE TEMPOS

segunda-feira, 16 agosto, 2010 por Txuca

RANKING DE MELHORES ÁLBUNS TEMPORAIS:

1. “Somewhere In Time”, Iron Maiden
2.
“King For A Day, Fool For A Lifetime”, Faith No More *
3. “Persistence Of Time”, Anthrax
4.
“The Time Of the Oath”, Helloween
5.
“Tempo Of the Damned”, Exodus
6.
“Time’s Up”, Living Colour
7.
“Meantime”, Helmet
8.
“Nighttime Birds”, The Gathering
9.
“Once In A LIVETime”, Dream Theater
10.
“Timeless Realm”, Akashic

* S.U.P. em out/08

ENQUETE ABÓBORA

sexta-feira, 13 agosto, 2010 por Txuca

Vamo ae

helloween011

fase Kiske
melhor: “Pink Bubbles Go Ape”
pior: “Chameleon”

fase Deris noventista
melhor: “Better Than Raw”
pior: “Master Of the Rings”

fase Deris século XXI
melhor: “The Dark Ride”
pior: “Rabbit Don’t Come Easy” (se bem q, pelo q vi, “Unarmed” ficaria pau a pau)

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QUESTÕES PERIFÉRICAS OUTRAS:

* Kiske ou Deris? Kiske como vocalista, mas o Helloween ficou melhor com Deris, por ser inclusive melhor compositor. Deris
* “Dr. Stein”, “Mr. Ego”, “Mr. Torture” ou “Mrs. God”? DR. STEIN
* “A Little Time”, “The Time Of the Oath” ou “Time”? THE TIME OF THE OATH
* Keeper 1, 2 ou 3? 2
* melhor baterista: ULI KUSCH
* melhor intro pentelha: “Deliberately Limited Preliminary Prelude Period In Z” (do “Better Than Raw”)
* melhor balada: “Forever And One (Neverland)”
* a banda deveria acabar? Acho q mesmo ñ sendo mais TÃO relevantes, continuam se reinventando; portanto, ñ.

* “Helloween” e “Walls Of Jericho” são válidos ainda ou eram um rascunho da banda? VÁLIDOS AINDA

* melhor cover: “Hellion/Electric Eye”, do tributo ao Judas Priest

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melhor formação: Deris, Weikath, Grosskopf, Grapow, Kusch
pior formação: a do “Rabbit Don’t Come Easy”

3 melhores clipes: “I Want Out”, “Kids Of the Century”, “I Can”
3 piores clipes: “Perfect Gentleman”, “Just A Little Sign”, “Mrs. God”

3 melhores capas: “Better Than Raw”, “The Time Of the Oath” e “Unarmed”
3 piores capas: “Rabbit Don’t Come Easy”, “Keeper 2″ e “Master Of the Rings”

CLIPE

sexta-feira, 13 agosto, 2010 por Txuca

Ñ basta a semana fraca de posts de humor duvidoso e sem graça: resolvi fazer uma TRILOGIA a respeito. Q encerra neste, e neste clipe nada metal:

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Q peguei meio a olho outro dia zapeando pelo Vh1. Uma piada sem graça e uma sugestão - em vez de sundae e batata média - pra acompanhar:

PIADA SEM GRAÇA: ouvi falar se tratar da videobriografia da irmã caçula do anjo da morte, uma certa Lily Hanneman

SUGESTÃO: tirem o som, deixem o vídeo e ponham pra rolar “Desire” ou “Love to Hate”, do Slayer, enquanto passa. Ñ sei se encaixa (nem tentei), mas viajei q isso daria bom clipe de balada do Slayer

3 POR 10

quinta-feira, 12 agosto, 2010 por Txuca

Historinha a tôa de q me lembrei:

meados dos 90’s (ñ lembro o ano), morava ainda com meus pais e meu irmão, q tocava baixo numa banda de metal melódico metida a prog e volta e meia aparecia em casa com algum amigo metaleiro no salão meio porão de casa, onde ficavam o computador e o som, quase sempre em horas q eu estava por lá mexendo num, no outro ou em ambos.

E tinha um amigo mala dele, de apelido meigo “Satã”, q certo dia descobriu q eu tinha o “KZS”, do Korzus - espaço para o espanto geral. Pronto? - e teve então início uma saga interminável dele me encher querendo comprá-lo. Toda vez q ele aparecia perguntava quanto eu queria por ele.

E eu ñ queria nada por ele, simplesmente pq até hj ñ vendo cd meu. Mesmo o “KZS”.

***

Vezes e vezes o sujeito aparecia e tinha só esse assunto comigo: quanto eu queria pelo cd. Ñ queria nada e falava pro cara arrumar uma mídia, ou uma fita, q eu o copiaria de boa. Sem acordo.

Belo dia resolveu oferecer o “Sound Of White Noise”, discaço do Anthrax em troca. Eu já o tinha gravado (em fita) e era true: pra q tê-lo se já tinha? A insistência perdurava: oferecia o cd mais alguma grana. Cara chato.

Belo outro dia, resolveu oferecer o “Sound Of White Noise” e o “A Small Deadly Space”, do Fight, em troca. Nem: tb já tinha esse do Fight em fita, e eu lá insistindo pra ele trazer uma fita, uma mídia, q era só eu copiar.

***

No dia em q a história me cansou mesmo, fez a mesma última oferta, a q eu rebati: “cara, vá à Galeria do Rock, q vc acha o “KZS” por 10 conto!”.

No q obtive a resposta mais INÚTIL possível: “ah, mas tô sem tempo pra ir lá”. Quando eu sabia q ele era tão ocupado ou desocupado quanto eu, e pensei “ah, playboy do cacete inventando desculpa”.

Na perspectiva de ver q o cara ñ ligaria de ser esfolado mesmo, aceitei afinal o acordo. E aí o título da historinha chata: 2 dias depois fui à Galeria e, com 10 conto, comprei outro “KZS”.

3 cd’s por 10 reais.

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