
Pergunto por (ainda) ñ me ter caído a ficha pra suposta magnanimidade desse álbum.
Q já achei horrível, hoje ñ. Acho um álbum de transição do Iron Maiden, q rumaria ainda mais, nos “The Number Of the Beast” e “Piece Of Mind” seguintes, em direção à formatação sonora definitiva.
E pq prefiro a estréia homônima da horda do Steve Harris.
fevereiro 5th, 2010 as 06:37
Como diria um amigo meu, existe o Heavy Metal antes e depois de Killers, esse foi o divisor de águas para o Iron Maiden e a música pesada em geral.
fevereiro 6th, 2010 as 00:13
Ah, sim, Jairo, imaginava q vc viria com uma opinião tipo assim.
Mas persevero em perguntar: por quê??
fevereiro 8th, 2010 as 01:45
E ainda insistindo: e por q o “The Number Of the Beast” ñ e o divisor de águas do Iron Maiden?
fevereiro 9th, 2010 as 18:39
Iron dispensa comentários. É revolucionário. A faixa Killers é um verdadeiro duelo entre baixo e guitarras. Txuca, coloca a capa de todos os cds de estúdio do Iron no seu blog kkkkkkkkkkk…por favor!!!
fevereiro 10th, 2010 as 02:24
Mas mesmo com o Paul Ba’Ianno vcs acham isso?
No mais, q curioso, Mônica, q na época do N.I.Beast eu lembro q vc tinha restrições ao Iron Maiden. Daí virou fã, sem volta, né?
fevereiro 10th, 2010 as 15:52
Essa minha comparação vai ser meio esdrúxula, mas o Killers pra mim é como alguma trilogia no cinema, normalmente os filmes parte 2 são apenas de transição, isoladamente não fazem sentido. Dificilmente existiria (”musicalmente falando”) Number of the beast se, novamente “musicalmente falando”, não houvesse o Killers. O TNOTB foi como uma estreia em um novo nível, muito maior dessa vez. O Killers, isoladamente, perde feio para o primeiro.
fevereiro 10th, 2010 as 19:10
Colegas, não gosto do Killers, acho o mais fraco contando até o 7th Son, aliás, acho que o No Prayer também é melhor que esse Killers. Tenho a impressão que esse disco foi composto antes do debut que tem muito mais indícios do que viria a ser o Iron do que no segundo disco. Portanto, concordo com o Txuca.
fevereiro 11th, 2010 as 01:18
Gostei da analogia feita pelo FC: tvz tenha sido um disco NECESSÀRIO pro caminho formatado a seguir. Mas isoladamente tb ñ me diz nada.
Tanto q o 1º me soa MUITO MELHOR, e com sobras!
Mas me interessa, da parte dos defensores, q expliquem por q é tão foda o disco: a Mônica falava de duelo baixo/guitarras na “Killers”. E q mais, oras?
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PS - Alan: o “No Prayer For the Dying” é do caralho!!