Thrash com H

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FEZ 1 ANO

quinta-feira, 20 novembro, 2008 por Txuca

Foi em 10 de Novembro q eu saquei o lance, lendo a RC (até então Roadie Crew) de volta pra casa e notando frases idênticas às q tinha cunhado por aqui/ali no Thrash Com H sobre o show Lacrimosa/Hammerfall a q tinha ganhado ingresso e comparecido.

No dia seguinte, postei no blog a respeito e mandei email aos editores (ir)responsáveis. Dia 12, pela manhã, me chegou resposta via email de Claudio Vicentin pedindo pra eu ligar.

E o fiz. E diante da demissão anunciada (e concretizada) do chupim Luciano Alemão, um Txuca Cover bem sem noção (pq sequer foi ao show o babaca!), fizemos acordo verbal de q a revista publicaria alguma retratação.

Passado 1 ano, isso ñ ocorreu.

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Em início de dezembro, surpresa nesse mundinho pequeno e q parece banheiro de ônibus: uma conhecida tem/tinha contato com o tal Alemão e nos pôs em contato. Via email.

Emails ridículos, q reproduzo abaixo. Até pra dar corda nas discussões do “mundinho faz-de-conta” q o chapa Sidola vem conduzindo no blog-irmão Exílio Rock. E pra celebrar a efeméride.

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Fala ae Marco, blz !?
Cara, como a [conhecida, aqui preservada] deve te ter te falado, eu estou super afim de esclarecer isso com vc, para colocar um ponto final nisso de forma com que possamos encerrar esse assunto de boa.
Como eu havia dito pra ela, eu realmente não havia copiado o seu blog , até mesmo pq , não saberia onde encontrar, pois ao contrário do que foi dito, eu não procurei em sites de busca, o máximo q eu fiz, foi pegar umas comunidades do Orkut para buscar algumas infos… Claro que podem ter usado algo seu e eu de forma errada , acabei usando algumas linhas e informações, mas juro pra vc, sem a intenção de levar fama em cima do seu texto…
Como punição, acabei sendo “espirrado” da revista,mas para mim, isso não tem importância, o q eu acho mais importante é pelo menos poder te dar essa explicação e ficar de boa, pois acabei vendo seu blog (depois de toda a confusão, NÃO TINHA COMO…hehe) e constatei que é bem legal, algo sério e diferente do que rola por ae…
Faço esses corres de som desde 1995 e nunca havia feito algo parecido, o grande erro foi falar sobre uma banda que não tenho o mínimo interesse (lacrimosa) Ao contrário do que falaram, eu não copiava textos de ninguém, tanto é que só na Roadie Crew, fiquei quase dois anos e nunca rolou nada do tipo…Ao contrário do que foi dito, eu não era contratado da revista, pois colaboradores não recebem nada por isso, apenas fazem pq gostam.
Prefiro que essa idéia fique entre nós, não vejo pq publicar lá, pois como a [conhecida] disse que vc é “um cara que tem um coração super bom”, achei nada mais justo do que te pedir desculpas  , pois vc realmente não tem culpa de nada , pelo contrário.
Claro que depois q a poeira baixar, posso postar algo lá, sim, de boa (prefiro que seja algo com um pouco de humor, pois reparei que vc usa de um certo humor em seus textos por lá e é dú caralho ! - não fica mal pra ninguém…hehe)
Se vc quiser, fale comigo a hora que quiser, pode ser por aqui, por MSN : [deu o endereço] ou 11 [deu o celular].
Valeu, abraço ae !
¬¬ Luciano
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Daí q retruquei-lhe alguma coisa, meio de boa, e q ñ tenho aqui por ora (acho q apaguei minha resposta, ou ñ a estou encontrando). Durante o processo, no “outro” blog ainda, o chapa do PoisonGod, Those, disse-me haver trocado idéia com o tal Alemão, num festival em MG, e tê-lo achado “gente boa”. Pq ñ chupinhou texto dele ahah
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E o scanner ambulante, atualmente militando na Rock Brigade (melhor pra ele q estivesse na Caras, q texto é legenda de foto e ñ precisa de inspiração…), ainda me mandou o disparate abaixo, negando (a la Salim Maluf) até o fim q tivesse LIDO o Thrash Com H, e tal:
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Fala ae Marcos, blz, cara !?
Como não teve repercussão ????
rs…
SÓ A BICA ENORME Q EU LEVEI DA ROADIE CREW FOI A MAIOR Q PODERIA TER !!
Um monte de nego de sites e das revistas me “abominam” depois disso…rsrs
isso sem contar os amigos (várioooooos !) tirando o maior sarro da minha cara ! rsrs…
Mas vou ser sincero, nem quero ficar fuçando em mais nada sobre essas bandas q isso me deu uma dor de cabeça da porra ! rsrs… da minha parte, deixa isso pra lá…
Sobre “não ter ido no show”, quem diz isso são eles ! Já ´falei com eles e nunca disse q não fui…
Só falei q não conheço a banda e isso sim foi um grande erro, pq eu sempre faço reviews de podreiras (que é o q eu gosto !) e nessa banda maldita eu me fodi ! ( aaaaahhh, eu tb não curto hammerfall, não, só conheço !!! uauuauhaa)
Sempre fiz essas paradas por amor ao som, mesmo, nunca recebi um centavo por isso… mas deu no que deu e a revista já era pra mim (inclusive todas as outras recusaram q eu trampasse igual pra elas…)
E a parada de falar q o tal do Tilo sei lá das quantas ” parece espirita dando passes”, eu ouvi de uma mina do fã clube dos  caras q disse isso após a primeira  passagem da banda por aqui…
Bom, como eu disse para o Ricardo (puta brother meu e seu do Poisongod), se pelo menos a gente virar chegados, já uma grande coisa, pq o resto é descartável e o q eu fazia antes, hj já era…
rs
Abração ae brother e boas festas !
O Ricardo disse q vc é super gente boa (mas pelo q vi só tem um defeito, é torcedor do Corinthians…rs… fazer o q ! … e ele fala q é Mengão…)
¬¬ Alemão

PICARETAGEM DA BRABA

quarta-feira, 19 novembro, 2008 por Txuca

Tirado do site da RC (Revista do Chupim):

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Over The Rainbow: ex-integrantes do Rainbow se reunem com filho de Ritchie Blackmore

Os ex-integrantes do Rainbow Joe Lynn Turner, Tony Carey, Bobby Rondinelli e Greg Smith se reuniram com Jürgen “J.R.” Blackmore, filho do lendário Ritchie Blackmore, para a formação da banda Over The Rainbow.

Over The Rainbow reúne membros de uma das bandas com sonoridade mais distinta de todos os tempos e introduz ao mundo um tesouro, J.R. Blackmore”, comentou Rondinelli. Jürgen Blackmore aceitou se juntar a esta empreitada após perceber a intensidade da demanda por uma “reunião” do Rainbow. E esta nova banda representa a primeira vez que quatro membros de três diferentes eras do Rainbow dividirão o palco com J.R. Blackmore.

“Eu não trabalhei com eles”, comenta Jürgen a respeito dos novos companheiros de banda, que cresceu vendo tocar ao lado do pai. “Mas eu tenho admiração por eles desde quando era jovem. Eles são como irmãos para mim”.

“J.R. é a única escolha lógica para o posto de guitarrista do Over The Rainbow“, aponta Turner. “Tenho acompanhado alguns dos projetos dele ao longo dos anos, é muito talentoso”, completa. A banda estreará com uma turnê pela Rússia em fevereiro de 2009.

Os integrantes do Over The Rainbow:
Joe Lynn Turner (Rainbow 1980-1984) - vocal
Tony Carey (Rainbow 1975-1978) - teclado
Bobby Rondinelli (Rainbow 1980-1983) - bateria
Greg Smith (Rainbow 1994-1997) - baixo
Jürgen “J.R.” Blackmore - guitarra

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A se reparar, por ora, o itinerário da gloriosa turnê: com todo respeito a algum russo (ou russa) q lê esta bodega, Rússia é periferia. Desde os tempos oitentistas de Black Sabbath “era” Tony Martin, além de Uriah Heep e Asia no pó da rabiola passando o pires por lá.

Lógico q imagino ñ se fazer impossível show no Manifesto em seqüência. Ou confirmação como atração de ponta do Wacken Brasileiro. Maldade?

JUDAS PRIEST

terça-feira, 18 novembro, 2008 por Txuca

A 1ª tirada algo homofóbica q disse q cometeria, sabendo já no sábado q havia ganho par de ingressos - pois é, Rodrigo, nem eu entendo!! - pro domingo, dizia aos amigos/comparsas das bandas: q iria ficar gritando ali na pista “bicha, bicha, bicha”, pra o Rob Halford então responder “thank you” ahah

Mas a tirada supostamente homofóbica (reparem em ’supostamente’) a ser feita, eu jamais cogitaria com tanta precisão, sendo PIADA PRONTA mesmo: em chegando ao Credicard Hell (© El Diablo) me espantei em jamais ter visto tanto cara com camisa do São Paulo num show!

Fora afinidade boiolística da vez (tudo bem q tinha tb uma mina), a meia dúzia de bambis era reveladora, no mais, a quem ñ é daqui de SP, do perfil do são paulino típico: aquele q sai do armário nesta época, e q é o torcedor q ñ viu um único jogo do time até há umas 3 rodadas, ñ sabe dizer o nome de 2 jogadores q ñ o do Rogério Ceni incluído, e q só torce pro time se ele chega em final de campeonato e ñ estiver chovendo…

(embora estivesse chovendo um pouco domingo à noite). Bah!

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O q posso resumir do show do Judas Priest cabe em 2 ítens:

1) ñ foi assim um Carcass;

2) se puder resumir numa ÚNICA palavra, esta seria “Digno”.

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18 sons, produção razoável pra ótima de palco, em 1h e 40 corridas. Comparações inevitáveis ao show de 1991 (no 2º Rock In Rio) ou ao show solo de Halford na edição 3 tb me vieram à mente.

Como o temor - felizmente ñ concretizado (ñ sou nem Mãe Dinah, quanto mais profeta ahah) - de q seria uma mixórdia qualquer tentativa de show com um vocalista notoriamente decadente. O miguxo Inácio (ausente por aqui já há um tanto), os viu nos EUA há uns anos e atestou o quanto Halford já ñ agüentava mais berrar como antes… Gente q os viu há algum tempo naquele show com Whitesnake tb o desmereceu.

Só q “Painkiller”, p.ex., me soou melhor executada q a do Rock In Rio 2 (disponível no You Tube): Halford se esgoelou de berrá-la. Tanto q ficou tonto (MESMO!), tendo q se escorrar em P.A. e num dos corrimãos do palco: quem pôde ver, VIU isso. Obviamente q ñ ficou perfeita, mas se a de 1991 foi 70%, a de domingo beirou os 85%.

E quando digo DIGNO em me referir ao show, refiro-me a Halford como o fiel da balança na apresentação: pois nitidamente se percebeu um set-list feito na medida pra q ele pudesse surpreender (e se esgoelar) e tb desencanar, ficar confortável, nalguns outros momentos. (Comparação com o Heaven & Hell ñ deixou de me vir: Dio forçando a barra naquele dvd tentando fazer sons q já ñ consegue, nem conseguiria. Ugh!). O uso inteligente de ecos e delays tb o ajudaram bastante. Porém, músicas velozes como “Rapid Fire” ou “Jawbreaker” (ausentes) provavelmente jamais serão executadas novamente: o cara ñ terá mais fôlego.

Por outro lado, “Hell Patrol” (a mim um tanto decepcionante, por ser a q eu mais esperava) pareceu executada em tom alterado (”The Hellion/Electric Eye” tb??), e foi sonegada em refrão (assim como o de “Breaking the Law” e sua parte “you don’t know what it’s like”, instados a q fizéssemos. E, sim, o fizemos) e em berros. Sendo isso tudo algo assumido - ui! - por ele mesmo, ao longo da apresentação: no 1º agudo proferido em “Breaking the Law” (no mais, colocada antes do meio do show), brincou fazendo careta de arrego, botando a língua pra fora, pra todos q podiam ver. E assim se deu tb em “Dissident Aggressor” (q puta surpresa ela incluída!) e na “Sinner”, a de 2º melhor momento BERROS.

O cara tá muito velhinho, parecendo um avô, quase uma cruza do Piu-Piu com o Raul Seixas decadente de seus últimos anos. Se move pouco, mas ñ estava tão letárgico quanto no show de Halford, banda, em q ficou refém dos teleprompters. Se teve uso disso domingo, disfarçou bem.

O momento de maior respiro aconteceu em “Angel”, a única do “Angel Of Retribution”, e q, longe de ser a minha preferida (se fosse pra rolar balada do álbum em questão, eu tvz curtisse mais “Worth Fighting For”…), ainda assim me soou bem, estrategicamente colocada no meio do set. Por outro lado, os 3 sons de “Nostradamus” executados - a intro “Dawn Of Creation” + “Prophecy” (achei legalzinha) e “Death” (q o mais legal foi ver Scott Travis em seu jeito bizarro de rodar baqueta. Alguém me explica como o sujeito parece rodar o braço e ñ a baqueta???) - ñ me deram vontade de baixar nem de comprar o álbum.

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Outras surpresas foram as inclusões de lados-b tipo “Between the Hammer And the Avil” (preferia “Leather Rebel”, mas…), “Eat Me Alive”, “Devil’s Child” (melhor ao vivo q no disco) e “Rock Hard, Ride Free”, q os fãs das antigas bradaram com gosto. Aliás, em termos de presença, fora eu e a patroa e os 6 bambis + são paulina ali na pista, o q havia era muito TIO. Ñ tiozinhos (como eu), mas sujeitos grisalhos mesmo, daqueles q provavelmente já conheciam o Priest no lançamento do “British Steel”; mulherada tb era pouca ali.

De resto, vi uma banda bem discreta: nenhum dos outros 4 chamava muito atenção. Tvz fosse o comedimento de gente já em fim de turnê: K.K. Downing em sua roupa de couro parecia um traveco; Ian Hill ficou lá pendulando todo o tempo e é o q parecia mais surpreso ante a receptividade; Glenn Tipton manteve o mindinho direito levantado de sempre; Scott Travis passou boa parte das músicas entretendo-se em jogar pro alto baquetas pra pegar de volta (e numas duas ou 3 vezes, ñ conseguiu, rindo disso). Mas todo mundo muito competente, sem erros visíveis ou palpáveis.

Média com bandeira do Brasil no bis foi de praxe, mas senti a banda meio como o time do Palmeiras: sem tanta vibração assim. Cena com bandeira no pescoço, Halford voltando ao bis como motoboy (na sensacional “Hell Bent For Leather”, sonegada dos “come on!”) e o final apoteótico (daqueles q o Manowar insiste em imitar mal) com a chatinha “You’ve Got Another Thing Coming” foram parte do show como TERIAM q ser parte do roteiro. Ñ estou assim reclamando: foi o q eles puderam fazer.

E ñ foi pouco. Faltaram músicas? Sim. Daria pra tocar tudo? Ñ. Mas ñ venderam o q ñ podem mais vender, e isso é trunfo e RESPEITO para com o fã. Certamente ñ durarão outros 2 álbuns + turnê, mas ñ me senti enganado. Foi legal.

LIS7A

segunda-feira, 17 novembro, 2008 por Txuca

MELHORES SONS 7:

1) “Seven Secrets Of the Sphinx”, Therion (“Deggial”)

2) “Roswell 47″, Hypocrisy (“Abducted”)

3) “7 And 7 Is”, Ramones coverizando Love (“Acid Eaters”)

4) “Seven Angels, Seven Trumpets”, Marduk (“Plague Angel”)

5) “Seven Faces”, Slayer (“God Hates Us All”)

6) “Armageddon x7″, Napalm Death (“Fear, Emptiness, Despair”)

7) “Seven Churches”, Possessed (“Seven Churches”)

8) “Seven”, Megadeth (“Risk”)

9) “Seven Days Of May”, Testament (“Souls Of Black”)

10) “Keeper Of the Seven Keys”, Helloween (“Keeper Of the Seven Keys, Part II”)

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bônus pra edição japonesa da lista: “Seven Nation Army”, White Stripes (“Elephant”)

SE DISSE

sexta-feira, 14 novembro, 2008 por Txuca

Semana passada, por aqui nesta coluna, postei o misterioso caso das duas resenhas q eram praticamente uma mesma (implicâncias à parte)… E se resenhas de Motörhead acabassem revelando pistas valiosas tb… no sentido de chupim descarado?

Parece um bom indexador. Daquela revista q um dia (faz 1 ano) me chupinhou na cara-de-pau, uma reincidência, brevemente anterior. Enviada pelo miguxo Rodrigo (e há ano guardada em minha caixa de email. Esqueço q o novo blog dá pra postar figurinha direto…), por conta dum outro miguxo q viu semelhança (e eu endosso) entre uma resenha de Motörhead com uma outra feita pela Pitty!

JOGO DOS 7 ERROS, pois sim. Então vejam isto (publicado na Revista da Mtv):

E isto (resenha do “Kiss Of Death”; por Claudio Vicentin):

Bom divertimento a todo mundo no fim de semana!

JÁ SAIU!

quinta-feira, 13 novembro, 2008 por Txuca

Alguém lembra disto aqui?

Q passou em um único cinema por aqui por uma semana, com o nome “Heavy Metal - A Headbanger’s Journey”. E q traduzido ficou “Metal - Uma Jornada Pelo Mundo do Heavy Metal”.

Comentei a respeito no outro/mesmo blog ano passado. Material OBRIGATÓRIO!

E melhor pq agora em dvd saiu duplo, com extras. E extras substanciosos, q incluem entrevista com Lemmy desancando o Venom (mesmo com Sam Dunn, o documentarista antropólogo banger avisando q eles estariam tb no documentário. “Tudo bem”, foi a resposta ahah), Tony Iommi contando do fatídico incidente q lhe decepou os cotós dos dedos, e com uma parte dedicada à Noruega q ñ consta do filme principal.

Q incluiu exibir o filme original seguido de debate num boteco em Oslo (suponho). Muito legal.

Como ainda mais legal o preço: R$ 14,90 na Lojas Americanas!

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PS - e pra quem ñ sabe, Dunn esteve este ano filmando pra lançar ano q vem documentário sobre o Rush (afinal, em sendo canadense, soa bem apropriado. Assim como em “Metal” algum destaque dado a Anvil e Voivod). E um outro sobre o Iron Maiden. Parece disposto a preencher lacunas valiosas…

CARCASS

terça-feira, 11 novembro, 2008 por Txuca

Porra, a resenha poderia se resumir apenas à seguinte frase:

“o q 4 caras bons, com músicas sensacionais, ñ fazem?”

Q é o q deveria ser qualquer show, e ñ é.

(e a resenha poderia acabar aqui. Na verdade, acabou. É só isso mesmo. Palavras ñ dão conta)

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COVARDIA é pouco!

Procurar ARREGAÇO no Aurélio, na Wikipédia, no DSM-IV, vai estar lá: Carcass na turnê de reunião”. Ñ aceito se ñ tiver, tem q estar!

Foi daqueles eventos únicos, como o foram em longínquos tempos o Motörhead no Rio em 1988 (disponível no You Tube) e Metallica em 1989 e Black Sabbath com Dio em 1992 (q lamentarei até morte ñ ter ido), Megadeth no 2º Rock In Rio (q vi na tv e chapei), as últimas duas vindas do Ramones, o Rush em 2002. (Nessas, fui). Q botou os Philips Monsters Of Rock todos NO CHINELO. Daqueles q daqui 10 anos um monte de gente vai falar q foi, só pra ñ ficar chato.

Quem ñ foi pq ñ quis, pq ñ deu, apenas digo: LAMENTEM. Afoguem-se num pântano de remorso!

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E me deixou pensando, ao final do suadouro (imagine o q é ficar com a camiseta encharcada, como quando rola de pegar chuva pesada. Grudava no corpo, e doía afastá-la. Meus jeans ficaram ensopados) o quanto ñ caímos tantas vezes em contos e/ou ilusões acerca de bandas fenomenais, ou pioneiras, ou únicas, ou infames? Q a mídia do metal, q os miguxos e miguxas nos apresentam. Q alguma fitinha cassete antiga esquecida parece ainda portar.

A banda mais true da Noruega, os caras mais vanguardistas nas misturas insólitas, a formação original mais áspera da Bay Area ou da Alemanha caíram por terra domingo. E ñ aceito opinião contrária. O Carcass me fez achar q tudo quanto é show q assisti e q ñ fosse memorável (como os q citei acima) - incluindo Motörhead, New Model Army, Young Gods e Slayer recentes- fossem ilusão de percepção. Talvez tenham sido.

Ñ sei descrever detalhes. Set-list, dá pra achar no orkut (copiei pra mim, mas ñ quero postar aqui), fotos idem, trechos de You Tube - dos melhor filmados q encontrei - seguem abaixo:

“Edge Of Darkness” + “This Mortal Coil”

“Heartwork”

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Falar em defeitos soaria mesquinho. Poderia falar q Jeff Walker ñ segurou 100% (só 99,9) a “Heartwork” no fim; q o Daniel-San baterista ñ fez as viradas personais de Ken Owen completamente iguais. Mas quem sabe se o Owen ao vivo as repeti(ri)a perfeitas?

O som estava muito bom, outro aborto da natureza isso. Iluminação tb. Enrolações nenhumas, telão mostrando nojeiras, introduções pré-gravadas dalguns sons, exatamente como no disco. Produção de palco eficiente (costelas do “Heartwork”, ferramentas do “Necroticism” etc.). Puta merda, tocaram 70% do “Heartwork”, mas sem esquecerem nenhum outro álbum!

Contradição especulativa q ñ me sai da cabeça: o tipo de show pra sair em dvd (como desacredito q ñ tenham filmado nenhum show da turnê pra lançamento posterior), mas q tvz eu ñ o comprasse. Ou o visse muito pouco. Pra ñ macular a MEMÓRIA.

Destaque pra Bill Steer, gênio da raça, tocando e dançando tímido como fosse guitarrista de reggae. Como se o q toca fosse aquelas babas q Hammerflácido e “bandas” similares fingem q ñ são. Deve pesar os mesmos 50 quilos duns 10 anos atrás, camisa xadrez e jeans, contrariando o estereótipo dos headbangers mais true, mesmo sem querer fazê-lo. Riffs e solos próximos à perfeição, soando como nos cd’s (e as músicas antigas, ainda melhores q nos registros clássicos. CRESCERAM ao vivo barbaridade!). Na hora em q foi ovacionado, ficou sem graça, mas de boa. Tvz esteja percebendo HOJE o quanto a banda foi (É!) foda.

Jeff Walker carismático à pampa, com trejeitos (tvz por ser inglês; fora as entradas capilares) q me remeteram a Lemmy em seus melhores momentos. Maioria das tiradas - fora as de elogio às “chicas” de São Paulo - ñ entendi direito e ñ me importei. Mas achei FODA quando, ao apresentar os guitarristas, disse achá-los os melhores guitarristas de sua geração; quem sabe ñ valha reavaliarmos duplas guitarrísticas e incluir Steer-Ammott no pódio onde estão já Murray-Smith, Hanneman-King, Mustaine-Friedman e Downing-Tipton?

Tvz só eu ainda ñ o fizesse.

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Curiosidade antropológica a tôa: enquanto aguardava o início, um sujeito próximo chamava atenção. Parecia o Jason: usando duas camisas compridas, cotoveleiras, luvas de motociclista, camisa amarrada no rosto (como cowboy de filme) e óculos de motoqueiro na testa. Fora cabelo q era só a parte de trás; na frente e no alto da cabeça, tudo raspado. Temi q, em abrindo roda, se mostrasse um psicopata carniceiro, dando bordoada e cotovelada pra todo canto: q nada, recuou e ficou na dele mais pra trás.

Ironia besta: passei mal com calor, quase desmaiei (fiquei naquele ponto de semi-consciência, em q por alguns segundos o empurra-empurra perigosamente me conduziu) e tive q ir um pouco mais pra trás. E em q som? Na “Reek Of Putrefaction”…

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Tô mais a fim de discutir essa bagaça, essa carnificina, essa ressurreição: alguém dá mais? Pq eu ñ consigo, por ora.

(DIA DE) LISTA

segunda-feira, 10 novembro, 2008 por Txuca

MELHORES MÚSICAS 6:

1) “Sixes And Sevens”, Annihilator (“Never, Neverland”)

2) “6:00″, Dream Theater (“Awake”)

3) “Sentient 6″, Nevermore (“This Godless Endeavor”)

4) “Thirty Six Donald Dicks”, DeFalla (“DeFalla”)

5) “666 Packs”, Tankard (“Alien”)

6) “Six Feet Under”, Neurotic Outsiders (“Neurotic Outsiders”)

7) “6, Six, VI”, Flotsam & Jetsam (“When the Storm Comes Down”)

8) “Seis, Seis, Seis”, Brujeria (“Matando Güeros”)

9) “Six Mile Water”, Therapy? (“Sucide Pact - You First”)

10) “I Got the Six”, ZZ Top (“Eliminator”)

SE DISSE POR AÍ

segunda-feira, 10 novembro, 2008 por Txuca

Uma variação pequena da coluna, q se pretendia mais esporádica, desta vez com descrições do metal por quem ñ é do metal

Claro q reclamar da Veja é chutar cachorro morto: ñ compactuo com a linha editorial assumidamente reacionária por ali, o q nem é pauta aqui pro blog. O problema é, ao falarem de heavy metal em pleno século XXI, soarem como a Rede Grobo nos Rock In Rio 1 e 2…

Shows ocorridos por aqui este fim de semana, e como a Veja São Paulo (vulgo “Vejinha”) os (mal)tratou:

CARCASS - Surgido em Liverpool, o grupo propõe um som distinto do praticado por seus conterrâneos Echo & the Bunnymen. A banda agrada aos fãs de death metal com macabras do porte de “Embryonic Necropsy and Devourment”.

NIGHTWISH - Formado na Finlândia, onde, dizem os venenosos, os maus alunos da erudita Academia Sibelius acabam se tornando metaleiros, o grupo da vertente mais melódica do gênero retorna ao Brasil. Traz na bagagem o trabalho “Dark Passion Play”, lançado em setembro de 2007. Anette Olzon, q substitui a vocalista demitida Tarja Turunen, manda ver em canções como “Amaranth”.

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Por outro lado, até acho legal essa visão deturpada/estereotipada/contrária ao metal, pq o faz continuar Subchão. Os momentos noventistas, de metal mainstream, são exceção e acho bão ñ recorrerem tão cedo…

VALE 5 CONTO

sexta-feira, 7 novembro, 2008 por Txuca

“Unweaving the Rainbow”, Frameshift, 2004, ProgRock Records/Hellion

Coisa q acho bizarra nos nerds q praticam prog metal é a patente falta de interesse pelo sexo oposto.

Ou mesmo sexo. Ou por qualquer sexo (o q ñ inclui masturbação)… Pq só isso me explica a razão de, após adquirido algum nome ou $ (se bem q nunca ouvi falar de progger, inclusive no Brasil, q fosse pé-rapado), os sujeitos - outra curiosidade, jamais sujeitAs - nas horas livres… montam outros projetos prog!

O Frameshift aqui encaixa nisso, com um agravante adicional: é da centena de projetos prog tocados por gente de 2º ou 3º escalão desse ecossistema (ou Chain é banda luminar nesse caldo rococó?) q apela a músicos mais renomados pra ajudar a promovê-los e trazê-los alguma luz. O 2º álbum, contando com Sebastian Barbie cantando, apenas confirma a premissa deste “Unweaving the Rainbow” inicial, q contou com James LaBrie (vulgo Gralha) do Dream Theater como auxílio luxuoso. Ou pistoleiro de aluguel.

E o supermúsico líder da coisa - elemento ESSENCIAL em projeto prog q se preze - é um certo Henning Pauly, q fora compor os sons (embora ñ sozinho) e produzir a bagaça, tb tocou guitarras, violões, baixo, piano, B3, sintetizadores, warr guitar (cuma?), banjo, percussões, loops e orquestrações. Deixou o Gralha fazer vocais e co-compor sons (jamais letras) e legou a bateria a um certo Eddie Marvin. Um cara chamado Nik Guadagnoli, fora ajudar Pauly nos arranjos vocais (reforçando do Gralha ser um convidado. Se bem q no DT parece ñ ser muito diferente ahah), nalguns sons faz baixo, stick e tb solos de guitarra.

“Unweaving the Rainbow” contém outra sacrossanta característica de projetos paralelos prog: é disco cabeça, com temática inteligente. De modo a agradar o público cativo e, a nós outros, tornar mais cultos. Ñ chega a ser álbum conceitual, dos de historinhas lineares, mas é sobre teorias genéticas e neo-darwinianas dum acadêmico chamado Richard Dawkins (muito prazer), coisa devidamente explicada na rebarba do encarte.

O lado bom do álbum é soar fluente, coeso e pouco cansativo, ainda q extenso em seus quase 80 minutos, e com raríssimos sons gigantes - apenas 3 dos 15 sons excedem 6 minutos! - enquanto q o lado inevitável (e ruim aos detratores de plantão) é soar bastante Dream Theater. (Pudera: a despeito dos rulos, das pentatônicas e dos slaps, LaBrie é A CARA daquela banda). Momentos “A Change Of Seasons”, o som (como nas “Above the Grass” 1 e 2, q abrem e fecham o álbum), momentos levemente “Awake” (como de quebradas em bases de solos - embora ñ exatamente intrincadas, pq Portnoy tvz cobrasse royalties - em “Spiders” ou “Arms Races”. Ou ainda lance “The Silent Man”, como “Your Eyes”) e até lance, infelizmente efêmero, “Train Of Tought” (o início soturno e pesado de “Arms Races”) se fazem notar. No entanto, a quem ouvir distraidamente, “Unweaving the Rainbow” soará próximo a “Octavarium”.

Poucas são as quebradeiras presentes (a ñ ser q muito sutis, o q ainda ñ consegui atentar) ou chupadas de estilo dos músicos da matriz prog metal: a bateria, fora alguma timbragem, em nada lembra o estilão Portnoy (nem havendo qualquer momento de 2 bumbos); o baixo, quando mais densificado (como em “Message From the Mountain”), ñ o é a la Myung, e a única coisa explicitamente chupim de John Petrucci é o solo fritador em “Spiders”. No q tange aos teclados, predominantes - vários sons têm mais de 1 solo deles (às vezes com teclados diferentes, o q achei legal) - uma assinatura própria de Pauly se faz notar, e se algum tecladista DT o influenciou, parece ter sido mais Kevin Moore.

No entanto, nem tudo é DT por aqui, havendo partes levemente fusion, outras setentistas (”Off the Ground” parece conter um Hammond), outras só prog. No todo o álbum vale a ouvida (ñ o achasse, soaria incoerente com o q apontei acima da ‘coesão’ da obra), mas os sons q sugiro maior destaque são: “River Out Of Eden” (com sinuosidades tecladísticas q fogem às caminhas e mesmices a q estamos já acostumados), “Nice Guys Finish First” (de início quebrado, bem dreamtheatriano, apenas diferente por soar mais “feliz”/pra cima, pelo solo de teclado e pelas harmonizações vocais bem Queen) - na parte dos sons q menos parecem com os da banda do Gralha - e “The Gene Machine” (mesmo com breve tempero eletrônico), “Arms Races” e “Cultural Genetics” (ainda q com peso e saturações vocais atípicas pra DT), nos de maior veia teatral-onírica.

Quem é nerd, já tem ou ouviu; quem ñ, vale deixar de tomar duas brejas pra adquirir “Unweaving the Rainbow” nalgum balcão de usados ou de ofertas.

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CATA PIOLHO CLXXI - ñ chega a ser um chupim literal, daqueles de se pegar nota por nota, sendo mais algo próximo à MÉTRICA (ou sei lá como chamar isso. Exemplificando: como no “Death Magnetic” recente, q o Metallica fez várias passagens q remetem a vários sons das antigas), assim: o riff principal em “Prophetic Revelations”, do Pestilence, soa inequivocadamente calcado no de “South Of Heaven”, do Slayer.

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