Thrash com H

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER

segunda-feira, 8 março, 2010 por Txuca

Imagem meio ruim, mas vale a intenção…

‘NÓ’ FAZER ESTA AQUI TB

segunda-feira, 8 março, 2010 por Txuca

MELHORES DISCOS INICIADOS EM ‘N’:

1. “Nem Polícia Nem Bandido”, Golpe De Estado
2.
“No Prayer For the Dying”, Iron Maiden *
3. “1916″, Motörhead
4.
“Nemesis”, Grip Inc. *
5. “Never, Neverland”, Annihilator
6.
“Need to Control”, Brutal Truth
7.
“No More Color”, Coroner
8.
“Never Apologise, Never Explain”, Therapy?
9.
“Not to Be Undimensional Conscious”, Disharmonic Orchestra *
10. “Necroticism: Descanting the Insalubrious”, Carcass

* álbuns resenhados neste mesmíssimo blog, mas de outrora

É RUIM POR QUÊ?

sábado, 6 março, 2010 por Txuca

pauta-2010-03

Pergunto pq sei q meio mundo EXECRA esse álbum (mesmo o Ian Gillan, e mesmo sendo o último álbum em q o Gillan mandou ver DE VERDADE na vida), q um monte de gente ñ o considera Black Sabbath, e pq o q ele tem de tosco (os piores solos do Tony Iommi), tem pra mim tb de TÉTRICO e, por isso, a ver com Black Sabbath.

GENTE Q SE ENXERGA COM UMA LUPA, 2

sexta-feira, 5 março, 2010 por Txuca

Pérola, pérola, pérola. Tirada do mesmo site mequetrefe, ainda q contaminada tb a outros:

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Father’s Face: ‘Perdi cerca de 4Kg para gravar as linhas de bateria’

A Father´s Face continua a todo vapor produzindo seu debut, “Soundtrack for a Closing Light”. Nas últimas semanas, o grupo gaúcho dedicou-se a gravação da bateria, processo que foi extremamente cansativo para o baterista Daniel Seimetz, assim como para o guitarrista Alessandro Marques, engenheiro de som envolvido.

“Tivemos o azar de pegar os dias mais quentes dos últimos anos aqui no RS. Não tínhamos o conforto de um ambiente climatizado para a gravação, o que fez com que eu perdesse 4 kg no processo! Fizemos tudo com calma e estive sempre aberto a sugestões, pois penso que a prerrogativa de um bom músico é ser humilde, deixar seu ego de lado e trabalhar criativamente para as canções”, pontua Seimetz.

Satisfeito com o resultado da gravação, o músico avalia que o som de sua bateria está soando colossal sem sequer ter sido equalizada, revelando ótimas expectativas em relação a mixagem de suas linhas. “Antes de gravar, eu tinha uma preocupação muito grande com a timbragem e afinação do instrumento, fator que considero culminante para a obtenção de um resultado satisfatório. O fato é que conseguimos extrair um som poderoso do instrumento, com uma timbragem bastante grave”, analisa o instrumentista.

Mais informações sobre a gravação de “Soundtrack for a Closing Light” serão reveladas nos decorrer das semanas. Para conferir as elogiadas canções da primeira demo da banda, auto-intitulada, acesse:

www.myspace.com/fathersface.

GENE HOGLAN FALA E EU ESCUTO

quarta-feira, 3 março, 2010 por Txuca

Gene Hoglan dispensa apresentações. Tanto q parto pros finalmentes.

genehoglan1

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Trechos de entrevista de uma página e meia concedida por ele a seu roadie (!) brasuca publicada na recente Batera & Percussão (# 144):

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É verdade que você começou como técnico do Slayer?
Quando eu tinha 16 anos, eu sabia fazer luzes bem bacanas e de um modo bem feito, mas eu não sabia que, nas turnês, eu tinha que carregar equipamentos! Os clubes em que tocávamos na época não tinham ninguém. Você chegava, montava o equipamento, ficava de olho em tudo até a hora do show, desmontava e empacotava tudo. Não existia o profissionalismo dos dias de hoje.
……..O que aconteceu foi que eu já tocava bateria, tanto que o Dave (Lombardo) pediu para que eu desse algumas aulas de 2 bumbos para ele, pois o cara não conseguia manter uma velocidade rápida por muito tempo. Ele tinha começado a tocar com 2 bumbos alguns meses antes, e eu estava lá, dando dicas para o Dave Lombardo! E eu nem tinha uma bateria com 2 bumbos ainda! Por alguma razão, todas essas coisas de 2 bumbos sempre foi algo natural para mim.
……..Foi quando percebi que meu lugar era tocando bateria, não fazendo luzes ao vivo. Nunca fui um técnico de luz, um
designer. Eu era simplesmente o cara que fazia a luz nos shows do Slayer. Depois, quando me tornei o cara que tocava bateria para o Dark Angel, me senti mais natural (risos).

Quais foram as suas maiores influências como baterista?
Neil Peart foi uma grande influência no início, quando tocava “bateria imaginária” junto com as músicas do Rush. Foi um período em que aprendi muito, mesmo sem ter uma bateria de verdade. Terry Bozzio, Rob Reiner (do Anvil) e Rob Hunter (do Raven) foram grandes influências em matéria de 2 bumbos, bem como o Cozy Powell. Depois, comecei a estudar caras como Sunny Emmery, Steve Gadd e, logicamente, Deen Castronovo. Esses foram os caras de quem tirei alguns “truques” para colocar em meu próprio estilo, que contribuíram bastante para minha formação como baterista.

(…)

E aí, após trecho em q confessa estar com “oito a dez bandas ativas no momento” - o q inclui o Fear Factory, Dethklok, Meldrum, Pitch Black Forecast, Mechanism, Tenet, Zimmers Hole e The Key Whole Nation, entre pelo menos outras duas de q ñ conseguiu se lembrar - mais pergunta:

Como você administra o seu tempo para estar em tantas bandas ao mesmo tempo e ainda fazer um trabalho fenomenal em todas elas?
Cara, você chega à conclusão que tem que abrir mão de todo seu tempo pessoal, mesmo coisas simples como checar
emails, postar alguma coisa no MySpace, conversar ao telefone com os amigos. Às vezes, recebo cd’s de bandas das quais faço parte para checar uma mixagem, para dar a minha opinião de como estão as coisas, e fico com o disco por duas ou 3 semanas sem ter a chance de sentar e ouví-los.

O que você estuda e como o faz?
Nunca pratico ou estudo bateria. Pratiquei por algumas semanas em 2006, mas, fora isso, nunca sentei para praticar ou estudar desde 1985, pois estou sempre trabalhando com bandas ou ensaiando. Acabo fazendo disso o meu estudo. Uso isso para a prática física. Na verdade, em minha cabeça sempre há algum
riff tocando e eu utilizo muito a visualização. Por exemplo: ouço no meu carro as músicas que estaremos trabalhando e, em minha cabeça, consigo me ver tocando do jeito que quero. Se eu consigo me imaginar tocando, então consigo tocar. A visualização realmente me ajuda muito.

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Pra quem PODE, ñ pra quem quer!…

INGRESSOS GRÁTIS?

terça-feira, 2 março, 2010 por Txuca

Ñ, necas de nova promoção Thrash Com H.

(até pq tvz nem adiantasse anunciar qualquer coisa, já q o Rodrigo tvz ganhasse mesmo…)

Mas sim, post pra passar pro povo por aqui dica de sites com promoções pra se concorrer a pares de ingressos pro Overkill e pro Korpiklaani, q tocarão/roubarão espaço do Xoxxótica aqui em São Paulo nos próximos 19 e 21 de Março. Interessa??

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O 1º é o Clube Terra, site q nem precisa se cadastrar, tampouco ser assinante Terra, e q sorteia até caixa promocional de chicletes:

http://www.terra.com.br/clubeterra/

O 2º é tvz mais conhecido, o Território Da Música, q por sua vez precisa a pessoa se cadastrar, e daí participar da promoção:

http://territorio.terra.com.br/promo/

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De qualquer modo, nem é filantrópica completamente a intenção de passar certo “caminho das pedras” por aqui: o Korpiklaani já comprei mesmo. Por outro lado, o Overkill ñ.

Por isso a CONDIÇÃO INTERESSEIRA: em algum miguxo ou miguxa por aqui o ganhando, favor me chamar pra ir junto, belê?

ingresso

‘MÓ’ DIFICULDADE FAZER ESTA

segunda-feira, 1 março, 2010 por Txuca

MELHORES DISCOS INICIADOS EM ‘M’:

1. “Moving Pictures”, Rush
2.
“Master Of Reality”, Black Sabbath
3.
“Mais Podres Do Que Nunca”, Garotos Podres
4.
“Master Of Puppets”, Metallica
5.
“Metallica”, Metallica
6.
“Made In Japan”, Deep Purple
7.
“Minstrel In the Gallery”, Jethro Tull
8.
“My Kantele” (ep), Amorphis
9.
“Mental Vortex”, Coroner
10.
“Meantime”, Helmet

THRASH COM H CLASSICS

sexta-feira, 26 fevereiro, 2010 por Txuca

Publicado originalmente em 3 de Dezembro de 2004.

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SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA THRASH COM H

cacophony

“Speed Metal Symphony”, Cacophony, 1987, Shrapnel Records

sons: SAVAGE / WHERE MY FORTUNE LIES * / THE NINJA / CONCERTO * / BURN THE GROUND / DESERT ISLAND * / SPEED METAL SYMPHONY

formação: Marty Friedman (guitarras e baixo), Jason Becker (guitarras), Peter Marrino (voz), Atma Anur (bateria)

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Houve tempo - e acho q sinto falta dele - em q ñ eram as bandas de metal melódi-cu q proliferavam como coelhos, mas sim uma horda pouco from hell de guitarristas punheteiros norte-americanos, praticantes da variante veloz e de patente Yngwie Malmsteen das artes guitarrísticas. O próprio bolo fofo (embora sueco), fora Joe Satriani e Steve Vai já eram nomes consagrados, mas seres como Paul Gilbert, Michael Angelo, Vinnie Moore, Joey Tafolla, Alex Masi, Tony Macalpine, David Chastain, entre tantos outros, parece q se achava na rua por baciada. Alguns munidos de trejeitos fusion. O selo Shrapnel - específico e ativo até hoje - deu abrigo a muitos deles, q outro dia descobri pertencerem até a um rótulo comum, “shred music“.

E o q dizer duma banda com 2 guitarristas dessa estirpe? O Cacophony, formado por Marty Friedman e Jason Becker, encabeçou algo diferente nesse “movimento” e, por isso, considero válido de resenhar no Thrash Com H, uma vez q discos de guitarristas ainda ñ tinham rolado por aqui. E tb pq, diferentemente dos shred music albuns, em sua maioria instrumentais e chatíssimos - licks atrás de licks, solos atrás de solos - “Speed Metal Symphony”, assim como “Go Off!”, disco seguinte do projeto, apresenta solos E composições.

Nada de hard rock genérico, ou easy listening (tipo aqueles hard de filme pornô soft) e/ou clichê pra emoldurar partes de solos épicas e extensas (tipo Malmsteen): cada 1 dos 7 sons aqui presentes tem começo, meio e fim. Claro q momentos de solaiada desvairada comparecem, como nos inícios de “Where My Fortune Lies”, “Concerto” e o final da faixa-título (q parece um monte de gato trepando jogado num balaio), mas cabendo, sem forçação de barra. E em q pese o nome falar em “speed metal“, apenas duas faixas correspondem mais ou menos a isso, sem q nos sintamos enganados, entretanto.

Aliás, dá pra dividir em 3 esse disco:

1) faixas pesadas: “Savage” (sombria, e com um início cadenciado), “Where My Fortune Lies” (a mais próxima a um speed metal: seja lá o q for ‘speed metal‘. Alguém me explica?), “Burn the Ground” e “Desert Lies”, q seriam as q valem o downolad pra quem tem bode de ‘disco de guitarrista’;

2) faixas elaboradas: “Concerto” e “Speed Metal Symphony”, instrumentais, extensas e repletas de solos, mas sempre mantendo a base pesada. Ambas respondem tb pela pouquíssima densidade de elementos - leia-se, CLICHÊS - eruditos (outro ponto favorável desse disco e do projeto), afinal os caras são norte-americanos, ñ europeus, além  do início interessante bem cheio de exercícios de video-aula na 1ª;

3) a faixa pra alunos do IG&T, q nem é fraca, apenas comungando com fé na linha ‘shred music‘ propriamente: “The Ninja”, com início limpo a la John McLaughlin, sei lá, e harmonias etéreas - tipo fusion - fugindo de leve do esquema hard/heavy característico do próprio Cacophony
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“Savage” e “Burn the Ground”, por mim, estivessem nalgum disco do Annihilator, ñ fariam feio nem causariam estranheza. Culpa tb do vocalista, Peter Marrino, com timbragem rasgada, q me remete tb ao Jon Oliva do Savatage inicial (pré-teclados): o cara aparece ocasionalmente, já q o q predomina são as guitarras e arranjos, mas faz bem de ñ encher o saco. Mesmo parcos momentos em q se atreve a agudos - q soam-me como os de Neil Turbina (argh!) - dá pra desencanar e seguir ouvindo o álbum.

O outro músico participante, Atma Anur, devia ser baterista de plantão na Shrapnel, já q gravou com uma pá de guitarristas (lembro vagamente de “Perpetual Burn”, solo do Becker, tê-lo tb nas baquetas), e nem aparece tanto, embora a timbragem dos tambores seja bastante PESADA: bumbos graves e bastante reverb na caixa. Deixaram o cara solar um pouquinho em “Burn the Ground”, mas ñ o suficiente pra chamar muita atenção. Vai ver ele nem queria tb.

Outros destaques - em q pese minha relativa incapacidade de falar sobre guitarristas (mal sei distinguir quando é o Jeff Hanneman e quando é o Burger King, no Slayer, vou saber distinguir aqui quando é o Becker e quando é o Friedman fritando…) - são o solinho limpo em “Desert Island”, quebrando completamente o rumo da música, mas no bom sentido, e a estrutura e batida veloz (embora ñ thrash) de “Where My Fortune Lies”, q, repito, remete um tanto ao tal speed metal, com propriedade.

Enfim, ñ é um disco tão fácil de ouvir - ñ pelo teor de solos, mas pela estrutura dos sons, q mesmo tendo estrofes e refrão, ñ ficam tão fácil na cabeça - e pq ñ há assim algum riff ou solo q dê pra sair assobiando na rua, mas vale pela curiosidade, pra desatar preconceitos e pra entender pq raios o Dave Mustaine acabou chamando o Marty Friedman pro Megadeth. A meu ver, a banda sempre foi Mustaine botando o pau na mesa, mas a combinação dele com o samambaia, em seus melhores momentos, foi o q garantiu o auê e tanta expectativa ainda existente pra cima da MARCA Megadeth, recém-ressuscitada.

E o rumo do Cacophony seguiu pela gravação dum 2º/último disco, o “Go Off!” (já citado), um pouco mais farofa e de capa horrível (pra lá de bichística), lançado via Estúdio Eldorado por aqui (em vinil), e pelas entradas, em 1989, de Becker na banda do David Lee Roth e de Friedman no Megadeth

Continuaram lançando discos-solo mesmo assim (e um do Friedman q tenho aqui gravado, “Dragon’s Kiss”, com Deen Castronovo na bateria, achei legalzinho), e hj em dia o nome Jason Becker ocupa as notas dos sites mais devido à sua doença degenerativa (q ñ lembro o nome, mas q o fez continuar tocando apenas com ajuda de computadores) e constantes apresentações e/ou tributos feitos em seu nome, enquanto o samambaia segue a carreira acompanhando cantoras japonesas de videokê em Tóquio, e renegando o legado do Megadeth - chegou em algum momento a chamar de ‘música do demônio’ e tal, mas deixa pra lá.

Nego toca guitarra pra cacete, tem uma pegada própria e exótica, e a gente tem q ficar dando atenção ao q ele fala tb?…

FRASE DA SEMANA

quinta-feira, 25 fevereiro, 2010 por Txuca

“Se ema é bicho, então emo é bicha” (comunidade no orkut)

GENTE Q SE ENXERGA COM UMA LUPA

quarta-feira, 24 fevereiro, 2010 por Txuca

Algo q tirei dum site mequetrefe ae, primor da assessoria de imprensa. E q eu opto em discutir mais abaixo, por ora:

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Luiz Carlos é o novo vocalista do Vulcano

A entrada de Luiz Carlos na banda santista Vulcano já vinha sendo delineada após sua participação no novo álbum do grupo, “Five Skulls and One Chalice” (2009), e na música inédita “Hexagram”, que fará parte do CD-bônus que irá acompanhar o DVD-documentário “Brasil Heavy Metal”. Angel permaneceu na banda de 1984 a 1996, retornando em 2001, onde ficou no grupo até o início de 2010.

Angel deixou sua marca na história do Metal mundial, influenciando gerações de outras bandas com sua voz forte e de timbre ímpar, bem como sua performance totalmente original e inigualável. O motivo que o levou a deixar o Vulcano foi a impossibilidade de acompanhar a banda no ritmo que ela esta pedindo. Em um determinado momento da vida aparecem situações e compromissos que merecem mais atenção que outros e é necessário priorizar essas atenções.

Luiz Carlos já havia preenchido as lacunas deixadas por Angel entre 1997 e 1999, época em que gravou as 3 faixas inéditas que saíram como “bônus track” no lançamento da versão em CD do antológico álbum “LIVE!”.


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